Genocídio de ucranianos é tema de exposição no Senado Federal

O Senado Federal inaugurou, esta quarta-feira (09), a exposição “Ucrânia 1932-1933 Genocídio pela fome”, que conta a história de Holodomor, como é conhecido o massacre pela fome de mais de sete milhões de camponeses ucranianos no início do século XX.

O genocídio foi imposto, pela ditadura stalinista da ex-União Soviética, à população ucraniana pela coletivização forçada e pelo confisco da produção local. “Essa tragédia não pode se repetir”, afirmou o embaixador Rostyslav Tronenko. “Nós precisamos conhecer a nossa história para não sermos condenados a cometer os mesmos erros”.

Tronenko agradeceu ao senador Alvaro Dias (Pode-PR), que solicitou a organização da mostra no Senado Federal. “O senador Alvaro Dias é amigo de longa data da Ucrânia. Há dez anos, ele representou o Congresso Nacional nas comemorações de 75 anos dessa incrível tragédia do povo ucraniano”, destacou o embaixador.

Dias classificou o Holodomor como “uma das mais cruéis tragédias na história da Humanidade”. “Para que seja possível dimensionar o Holodomor, as perdas do povo ucraniano nesse trágico período superam aquelas suportadas durante a Segunda Grande Guerra”, frisou o líder do Podemos.

O parlamentar do Paraná – estado que abriga a maior colônia de ucranianos do país, com mais de 500 mil imigrantes e descendentes – defende que o governo brasileiro reconheça a “gravíssima violação” aos direitos humanos praticada contra a população ucraniana. Entre os países que já reconheceram oficialmente a tragédia, estão Itália, Estados Unidos, Canadá, Estônia, Argentina, Austrália, Hungria, Lituânia, Geórgia e Polônia.

O vice-líder do Podemos, senador José Medeiros (MT), representou o partido na abertura da exposição, que reuniu cerca de 50 pessoas, em razão de viagem de Dias ao Rio Grande do Sul. A mostra inclui fotos e textos que remontam o episódio. O material fica em exposição no Espaço Galeria do Senado Federal, até 18 de maio. A entrada é gratuita.

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Manifestação com professores é usada para exploração política

A manifestação de professores no Paraná, há quase 30 anos, quando Alvaro Dias era governador do Estado, vem sendo alimentada por pessoas de má-fé com objetivo de exploração política em função da eleição. Embora o ato tenha resultado em confronto com policiais, nenhum boletim de ocorrência foi registrado.

Apesar da tentativa de responsabiliza-lo pelo episódio, Alvaro Dias deixou o governo em 1991 com 93% de aprovação popular. Desde então, Dias foi eleito pelos paranaenses para quatro mandatos no Senado, sendo que no último pleito, em 2014, terminou o pleito como o senador mais votado do país, com quase 80% dos votos dos paranaenses.

Como governador, Alvaro Dias realizou importantes programas de obras e implantou uma grande reforma administrativa apoiada no tripé austeridade, moralidade pública e grau máximo de eficiência da prestação de serviços públicos.

A reforma administrativa saneou as contas públicas, o que resultou na extinção de secretarias, órgãos e departamentos supérfluos, na venda de imóveis e veículos desnecessários, na demissão de funcionários fantasmas e no combate à corrupção.

O governo também enfrentou uma batalha judicial para desmontar um cartel na licitação da obra da Usina de Segredo, promovendo uma economia de US$ 100 milhões para o Paraná. Com os recursos, o governo estadual construiu outra barragem no Rio Jordão e aumentou a capacidade de geração de energia da usina.

Alvaro Dias renunciou a aposentadoria milionária de ex-governador

Diferente do que vem sendo alardeado nas redes sociais, o senador Alvaro Dias jamais recebeu aposentadoria como ex-governador do Paraná. Apesar de ter direito ao benefício, conforme previsto na lei, ele abriu mão dos valores há 27 anos, quando finalizou o mandato à frente do governo paranaense.

Se não tivesse renunciado à aposentadoria, Alvaro Dias teria recebido, durante todo este tempo, mais de R$ 11 milhões. No entanto, os valores ficaram nos cofres do Estado do Paraná, a serviço da população.

Em 2011, o senador chegou a requerer os valores durante dois meses para doar a instituições de caridade. Quando assumiu o governo do Paraná, em 1987, enviou projeto à Assembleia Legislativa do Estado para acabar com a aposentadoria, que já existia a época, mas a matéria acabou arquivada.

Emissão de passagens a terceiros cumpriu norma do Senado

Ao contrário do que foi propagado por alguns veículos de imprensa, a emissão de passagens a terceiros, feita pelo gabinete do senador Alvaro Dias, em 2008, foi legal e estava prevista no regulamento do Senado Federal à época.

As regras de emissão de bilhetes para que apenas parlamentares e seus assessores pudessem viajar com a cota do Senado só foi alterada em 2009. A norma permanece até hoje e é estritamente cumprida pelo gabinete do senador.

A utilização de recursos públicos de forma legal, ética e moral é uma bandeira histórica do senador Alvaro Dias. O parlamentar se recusa a utilizar os R$ 15 mil da verba indenizatória de a que tem direito por mês para gastos relacionados ao mandato, o que resulta em economia de R$ 180 mil por ano.

Também economiza anualmente até quase metade da verba que poderia destinar a gastos com passagens, o que gera economia que pode ultrapassar R$ 100 mil por ano. O senador não utiliza ainda a verba de auxílio-moradia de R$ 5.500 por mês, o que gera economia anual de R$ 66 mil.

Alvaro Dias não tem qualquer relação com Alberto Youssef

Em 1998, a empresa Táxi Aéreo San Marino, que pertencia à família de Alberto Youssef, em Londrina, foi contratada para realizar horas-voos para a equipe de campanha de Alvaro Dias, que na ocasião se candidatava ao segundo mandato de senador.

Na época, Youssef não tinha a biografia pela qual é conhecido hoje. Apenas a equipe de campanha utilizou os serviços da empresa, cuja contratação foi devidamente declarada à Justiça Eleitoral. O senador nunca utilizou avião fretado ou tem qualquer relação com Youssef.

Alvaro Dias foi um defensor ferrenho de investigações no Congresso sobre as irregularidades na Petrobras – delatadas por Youssef, que resultaram na Operação Lava Jato – e atuou fortemente para a coleta de assinaturas e a criação das CPIs no Parlamento. Além de integrar a CPI de 2009 e a CPMI de 2014, ambas envolvendo a petroleira, o senador protocolou na Procuradoria-Geral da República 18 representações para apurar irregularidades na estatal.

Podemos brasileiro não tem relação com homônimo espanhol

Essa é uma dúvida que volta e meia vem à tona nas redes sociais. O partido Podemos no Brasil tem relação ou foi inspirado nos moldes do Podemos surgido na Espanha em 2014? A respostas é não.

O Podemos espanhol vem sendo definido por veículos internacionais – como Financial Times e Associated Press – como um partido de extrema esquerda com pauta progressista, que inclui o direito ao aborto e a renegociação da dívida espanhola.

Com bancada de 17 deputados federais e cinco senadores, o Podemos brasileiro integra um movimento que não tende nem para a direita nem para a esquerda: olha sempre para frente. Nascido em 2017, o partido propõe uma nova visão de democracia, por meio de um modelo de transparência e participação direta da população.

A equação tem como objetivo solucionar três gargalos: bem-estar social, bem-estar econômico e bem-estar político. Por isso é fundamental o envolvimento e participação ativa da população em todas as questões da nação.

É falsa notícia sobre propina de R$ 5 milhões

Ao contrário do que afirmou reportagem da revista Veja, publicada em 10/03/2018, é falsa a informação de que o senador Alvaro Dias tenha pedido ou recebido propina de R$ 5 milhões para enterrar a CPI do Cachoeira.

Assim que ficou sabendo da acusação, o senador procurou a Polícia Federal para esclarecer o conteúdo da reportagem. Na PF, foi informado de que é a falsa a notícia da denúncia publicada pela Veja e de que não há qualquer investigação, inquérito ou denúncia contra ele. Ou seja, a nota do jornalista Mauricio Lima, da Veja, é uma “fake news”.

Cinco dias após a notícia, inclusive, a própria Veja trouxe nova nota na qual reporta que “Testemunha mentiu em inquérito sobre Alvaro Dias”.
Diferente do que inicialmente afirmou a revista, Dias não conhece Samir Assad, o empresário que, em fato inédito, usa no e-mail mencionado pela Veja um codinome para logo em seguida identificar o nome entre parênteses. O e-mail é do mês de junho de 2012, mas, em outubro do mesmo ano, Alvaro Dias usou a tribuna do Senado para pedir a prorrogação da CPI por 180 dias.

A CPI do Cachoeira visava investigar a atuação do empresário de jogos ilegais Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e suas ligações com agentes públicos e privados. Quando integrou a comissão, Dias foi um dos membros mais atuantes.
Como líder da oposição, apresentou centenas de requerimentos convocando os principais suspeitos de envolvimento com o esquema de Carlinhos Cachoeira junto a empresas e órgãos públicos, cobrando quebras de sigilo e investigação do Coaf sobre contras para desvio de dinheiro no Brasil e no exterior.

Em paralelo ao trabalho da CPI, a assessoria técnica do senador identificou 18 empresas alimentadas pelo esquema de Cachoeira, nas quais foram movimentados R$ 421 milhões de recursos ilícitos. Outras 42 empresas movimentaram R$ 312 milhões, mostrando que empresas laranjas foram criadas para ocultação e lavagem de dinheiro.

As informações foram inseridas em um voto em separado e, ao fim dos trabalhos da CPI, o documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República, Polícia Federal e Receita Federal.

Sobre a reportagem, o senador Alvaro Dias disse tratar-se de armação política e vingança pelo seu comportamento durante e depois da CPI do Cachoeira. “É uma tentativa de atingir o meu patrimônio maior – a honra – e desautorizar o discurso que é o meu maior trunfo na campanha eleitoral: o combate à corrupção”, afirmou.

Não há definição sobre vice-presidente e coligações

Existem diversas especulações nas redes sociais sobre possíveis nomes que irão compor a chapa presidencial encabeçada pelo Podemos, além de que siglas farão parte da coligação nas esferas estadual e federal.

No atual momento, contudo, não há qualquer definição sobre alianças partidárias para a eleição deste ano ou sobre quem ocupará a vaga de vice-presidente. Somente na convenção de julho o Podemos decidirá o vice e eventuais coligações.

O que o senador Alvaro Dias tem dito em entrevistas, em relação a alianças partidárias, é que o partido descarta qualquer alinhamento com siglas que integrem o sistema por ele combatido. E que só serão admitidas coligações com legendas que assimilem a proposta desse rompimento.