A crise que carrega o desemprego e leva desespero a milhões de famílias brasileiras

A crise política que empurrou o Brasil ladeira abaixo encontrou no caminho a crise econômica, que tira, de forma muitas vezes violenta, as chances de uma vida digna para milhões de brasileiros. Além da inflação galopante e dos gastos públicos fora de controle, o desemprego leva ao desespero milhões de famílias, que passam a lutar pelo básico para sobreviver. Cabe aos governantes, buscarem soluções e adotarem medidas que estimulem a mola propulsora do desenvolvimento através do estimulo ao setor produtivo. Veja o vídeo do pronunciamento do líder do Partido Verde no Senado Federal, Alvaro Dias, nesta quarta-feira (29/06). #ADComunicação

Aplauso à empresa Klabin, pelo investimento na produção de celulose nos Campos Gerais do Paraná

O senador Alvaro Dias apresentou voto de aplauso, na sessão desta quarta-feira (29), à empresa Klabin, a maior produtora de papéis do Brasil. O senador fez referência, no Plenário, à inauguração da nova fábrica de celulose da Klabin, instalada na cidade de Ortigueira, nos Campos Gerais do Paraná. Em seu voto de aplauso, o senador Alvaro Dias lembrou os 117 anos de êxito da companhia, e afirmou que a nova fábrica simboliza um marco histórico no novo ciclo de crescimento da empresa.

“Com a nova fábrica, a Klabin passa a ser uma empresa de solução em fibras, sendo a única do Brasil a produzir, em uma mesma planta, celulose branqueada de fibra curta, celulose branqueada de fibra longa e celulose fluff. É importante ressaltar que se trata do maior investimento privado da história do Estado do Paraná, o qual recebeu aporte da ordem de R$ 8,5 bilhões. O canteiro de obra envolveu aproximadamente 40 mil pessoas, priorizando sempre a mão de obra local. A nova unidade é responsável pela geração de cerca de 1,4 milhões de empregos diretos e indiretos. Um registro meritório na trajetória da Klabin, que não posso deixar de mencionar, a empresa se pauta pelo desenvolvimento sustentável, perseguindo crescimento integrado e responsável, que conjuga rentabilidade, compromisso ambiental ambiental e desenvolvimento social. A Klabin é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas e do Pacto Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo”, destacou o senador no Plenário.

Jesus, Maria, José e a Corrupção – Sugestão de Leitura

Na Argentina, ao contrário dos personagens bíblicos, o encontro de José, com Jesus e Maria no Convento Monjas Orantes y Penitentes de Nuestra Senõra del Rosario de Fátima foi devastador. José Lopez, ex-secretário de Obras Públicas do governo de Cristina Kirchner, na madrugada, arremessava bolsas sobre o muro do convento contendo US$ 8,9 milhões. O granjeiro Jesús Omar Ojeda, vizinho do convento, ao ver em seguida José saltar o muro, pensou ser assaltante e, temeroso do que poderia acontecer com as religiosas, avisou a polícia. Com o cerco policial, diante da freira Maria, de 95 anos, gritou: “Roubei esse dinheiro para vir ajudar aqui”. Escoltado e detido com os seus volumosos pacotes, a polícia levou 22 horas para contar, manualmente, a fortuna de U$ 8,9 milhões. Os argentinos, ante o “escândalo do convento”, o governo de Mauricio Macri e setores do Parlamento empenham-se na aprovação de uma Lei de delação premiada para aprofundar as investigações e alcançar os corruptos. Leia o artigo de Hélio Duque na integra

Senador lamenta desemprego recorde e cobra medidas para retomar crescimento econômico do País

O Líder do PV, senador Alvaro Dias, cobrou do governo, durante pronunciamento em plenário, nesta quarta-feira (29/6), a adoção de medidas urgentes para motivar o crescimento econômico e aumentar a oferta de empregos no País. “A crise política se aprofundou e provocou um desfiladeiro dramático de inflação, recessão e desemprego.  É preciso que o governo adote providências imediatas que possam permitir que a roda da economia gire com um pouco mais de força para a retomada da geração de empregos no País”, disse.

Alvaro Dias lamentou os números divulgados hoje pelo IBGE, mostrando um novo recorde na taxa de desemprego e voltou a contestar os dados que, segundo ele, são superiores aos oficiais. “Nós sabemos que 63 milhões de brasileiros são pessoas aptas, mas estão excluídas da força de trabalho. Não estão empregadas, mas não estão procurando emprego e, portanto, não constam das estatísticas oficiais, mas representam uma força de trabalho desperdiçada, um potencial extraordinário que certamente contribuiria para o desenvolvimento nacional de forma mais acelerada e eficaz”, destacou o senador.

A indústria foi o setor mais afetado pela crise, lembrou o senador, com base em dados do Dieese. Em 2015, em torno de 400 mil micro e pequenas empresas faliram: “ Há poucos dias tivemos a fotografia exata do drama vivido pelos brasileiros. Um empresário, depois de demitir 200 empregados da sua empresa, suicidou-se. É um retrato cruel, perverso mesmo, desta realidade social que estamos vivendo no País. A produção industrial diminuiu 11,2% de janeiro a março ante o mesmo período de 2015. Foi o pior resultado entre 130 países e abaixo da média mundial. Portanto, que não se alegue tratar-se de uma crise internacional, porque a média mundial é de crescimento. O que nós estamos verificando é, inclusive, a busca de oportunidades em outro país. A própria CNI organiza visitas ao Paraguai, país vizinho, especialmente vizinho do meu Estado, o Paraná, como uma opção para investimentos do Brasil. Chegamos ao limite, portanto, do bom senso, da tolerância. E nós não podemos tolerar esse fracasso rotundo, como diria Leonel Brizola, do governo brasileiro. É claro que a causa é a incompetência de gestão e a corrupção que se alargou no País. Corrupção somada à incompetência produz esse desastre administrativo, que tem como consequência a crise que se alargou de forma exuberante, alcançando especialmente os mais pobres, os trabalhadores, os assalariados, aqueles que dependem do emprego”, concluiu Alvaro Dias.

Calendário do Impeachment

“O impeachment é irreversível”,disse o Líder do PV,senador Alvaro Dias, nesta quarta-feira(29/6), ao destacar os próximos passos da Comissão, que ouve hoje as últimas testemunhas, e que deve concluir os trabalhos no início de agosto, para que o plenário faça o julgamento definitivo.

Desemprego fica no nível mais alto da série histórica, e Alvaro Dias cobra soluções do novo governo

A taxa de desemprego no país, medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, ficou em 11,2% no trimestre encerrado em maio deste ano. Ela é superior aos 10,2% de fevereiro e aos 8,1% do trimestre encerrado em maio de 2015, de acordo com o IBGE. O resultado, o mesmo do trimestre encerrado em abril deste ano, é o mais alto da série histórica, iniciada em março de 2012.

Segundo a pesquisa, a população desocupada chegou a 11,4 milhões de pessoas, 10,3% (ou 1,1 milhão de pessoas) a mais do que o trimestre encerrado em fevereiro e 40,3% (ou 3,3 milhões de pessoas) a mais do que no trimestre encerrado em maio de 2015. A população ocupada (90,8 milhões de pessoas) manteve-se estável em relação a fevereiro de 2016. Já em relação a maio de 2015, houve um recuo de 1,4%, ou seja, menos 1,2 milhão de pessoas.

Para Alvaro Dias, a questão do desemprego crescente é o grande drama do Brasil atual. O senador cobrou do novo governo a adoção de medidas urgentes para reverter a crise que vem penalizando principalmente os microempresários e os trabalhadores.

“Temos uma crise política, uma profunda crise econômica e uma crise social. Temos uma soma de inflação com recessão, e inflação com recessão somada gera um desastre, especialmente para os trabalhadores. No ano passado tivemos mais de 1.400 micro e pequenas empresas fechadas e decretando falência. O governo Michel Temer tem que adotar medidas urgentes para acelerar o processo econômico, para fazer com que a roda da economia possa girar com mais força e o País possa retomar a oferta de empregos, revertendo esse grande drama que penaliza as famílias brasileiras”, disse o senador Alvaro Dias.

Como Alvaro Dias previu, Brasil descumpre metas do PNE, que ainda é um mero plano de intenções

Exatamente dois anos depois de ter sido sancionado o Plano Nacional de Educação, o País ainda não cumpriu nenhuma das ações que tinham prazos previstos para este ano. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, entre os atrasos estão metas de inclusão escolar e definições de regras de investimento para a área. Aprovado em 2014, o PNE foi relatado pelo senador Alvaro Dias, que em seu parecer, traçou 20 metas para a educação a serem alcançadas em dez anos. O Plano possui uma série de prazos parciais de atendimento. Entretanto, o PNE completou dois anos no último dia 26 com atraso nos 14 dispositivos previstos para serem concluídos neste segundo ano.

Durante os debates, as audiências públicas e sessões de votação do Plano, o senador Alvaro Dias fez diversos alertas e tentou inserir na proposta a aplicação de penalidades aos gestores que viessem a descumprir as metas do PNE. O senador destacou, na época, que sem as cobranças e punições, as metas poderiam não ser respeitadas.

“Alguns dispositivos do Plano, como a criação da Lei de Responsabilidade Educacional, foram rejeitados pelos representantes do governo Dilma durante a votação do PNE no Senado. Ou seja, o Plano Nacional de Educação poderia ter sido o Estatuto do Futuro, ou o Estatuto da Cidadania, mas depois das mudanças que o governo fez no meu relatório, o PNE virou um mero estatuto de intenções, de promessas que dificilmente serão cumpridas no setor educacional brasileiro”, disse o senador Alvaro Dias.

O senador lembrou que, por força da ação da maioria governista, durante a votação do PNE, no final de 2013, o País perdeu a oportunidade de dar um salto de qualidade na educação brasileira.

“Perdemos quando tivemos em nossas mãos o Plano Nacional de Educação e tentamos impor exigências que determinariam o cumprimento das vinte metas estabelecidas para dez anos, e fomos derrotados pelo governo e sua ampla maioria. O governo não quis impor qualquer responsabilidade pelo descumprimento das metas. Nós tentamos valorizar o professor ao máximo e dar condições para sua formação de forma eficiente. Tentamos assegurar que 10% do PIB fossem destinados à educação. Enfim, tentamos estabelecer responsabilidades e apontamos um caminho para a responsabilização dos que, eventualmente, desrespeitassem as normas aprovadas. Lamentavelmente, as mudanças que eram essenciais para que o PNE pudesse ser executado foram retiradas do projeto pelo governo Dilma”, afirmou o senador.

Universalização emperrada

De acordo com a reportagem da “Folha”, pelo PNE, o país deveria ter universalizado a escolarização entre crianças de 4 a 5 anos (pré-escola) e jovens de 15 a 17 (ensino médio). O país tem 600 mil crianças na idade da pré-escola fora da escola, segundo dados de 2014 –os mais recentes disponíveis. São 10,9% do total de crianças dessa idade. Entre os jovens que deveriam estar no ensino médio, 17,4% estão fora da escola. São 1,7 milhão de jovens. O Brasil registrou queda de matrículas nessas duas etapas entre 2014 e 2015. Na educação infantil, o gargalo é a falta de vagas.

Além do PNE, uma emenda constitucional prevê a obrigatoriedade de matrícula para as crianças entre 4 e 17 anos até o fim deste ano. Outra meta não atendida é a elevação da taxa de alfabetização entre adultos para 93,5%. O dado mais recente aponta para 91,7%.

Obama assina medida para reduzir de forma significa os testes com animais

O presidente Barack Obama, dos Estados Unidos, assinou uma medida decretando a revisão da lei que permitiu o tratamento desumano e morte de inúmeros animais ao longo dos últimos 40 anos, com a finalidade da realização de testes científicos. O presidente norte-americano, com seu gesto, garantiu a revisão do Toxic Substance Control Act, que regula o uso de produtos químicos, pesticidas, biocidas, cosméticos e outras substâncias potencialmente perigosas em protocolos de avaliação de risco, quando envolvidos em testes de animais. Embora os testes em animais tem sido o método aceito de garantir a segurança humana pela EPA, a assinatura da revisão pelo presidente Obama irá forçá-los a continuar a perseguir técnicas novas e melhoradas. Os protocolos de experimentação animal estão desatualizados, e a mudança tem como objetivo poupar os animais do sofrimento e prevenir efeitos colaterais humanos inesperados.

Na mesma direção dos Estados Unidos, o senador Alvaro Dias, no Brasil, é o autor do PLS 45/2014, que visa proibir a utilização de animais na pesquisa e no desenvolvimento de produtos cosméticos e de higiene pessoal. O projeto do senador altera a Lei 11.794/2008 para que a proibição seja válida em todo País. A justificativa da proposição de Alvaro Dias pontua que a proibição do uso de animais em testes de produtos cosméticos e de higiene pessoal é uma tendência mundial, esse tipo de procedimento foi vedado na União Europeia. Ainda de acordo com a justificativa, já existem diversas alternativas para avaliações de segurança nessas pesquisas, a exemplo da modelagem biológica, da modelagem computadorizada e de métodos “in vitro” baseados no cultivo de células, sem a necessidade de submeter animais a procedimentos cruéis.

O projeto de Alvaro Dias, o PLS 45/2014, é relatado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e aguarda ser votado na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado.

Alvaro Dias diz que Dilma, além de responsável pelas pedaladas, foi a principal beneficiária do crime

Na reunião desta terça-feira (28) da comissão do impeachment, o senador Alvaro Dias reiterou sua posição de que a presidente Dilma cometeu crime de responsabilidade, agora comprovada pela perícia nos decretos, e defendeu que o sistema atual de governança seja sepultado com urgência. O senador rebateu os argumentos da defesa da presidente afastada, que alega que a presidente não era responsável pela edição dos decretos de créditos suplementares, que criou gastos sem autorização do Congresso Nacional.

Para Alvaro Dias, a presidente Dilma teve razões de sobra para ter conhecimento do que ocorria em seu governo, ainda mais porque ela foi a principal beneficiária do crime praticado, já que os recursos decorrentes das operações de crédito e das pedaladas contribuíram com a reeleição dela em 2014.

“A defesa alega que a presidente não tinha responsabilidade pelos atos, mas os decretos e as pedaladas dizem respeito à responsabilidade de quem preside o País. Em várias oportunidades a presidente teve conhecimento do que vinha ocorrendo, como na chamada rebelião de técnicos do Tesouro, que apontaram irregularidades que não poderiam persistir sob pena de que esqueletos seriam expostos. Portanto, não temos dúvidas em relação ao crime que foi cometido, cuja responsabilidade é da presidente da República”, disse o senador.

Na sua argumentação na comissão, o senador Alvaro Dias disse que o TCU já atestou a essência do crime de responsabilidade, e que agora, também a perícia designada pelo Senado da mesma comprova a existência desses crimes de pedaladas e de fraudes nos decretos. Para o senador, está evidenciado que houve dolo por parte da presidente da República, ainda mais pelo fato dela ter recebido alertas sobre a irregularidade dos atos.

“A presidente cometeu sim o dolo. E isso é consequência desse sistema de governança promíscuo, irresponsável, incompetente, que tem que ser urgentemente sepultado e substituído. Esse sistema atual permite a transferência da responsabilidade de quem se elegeu para presidir o País. Como pode a presidente não saber das coisas, não ter informação, e pior, não ter qualquer responsabilidade por seus atos?”, questionou o senador Alvaro Dias.