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Podemos de Londrina abre processo disciplinar para julgar vereador que votou a favor do aumento de impostos

A executiva municipal no PODEMOS de Londrina-Paraná, tomou a decisão de abrir processo disciplinar contra um vereador filiado no partido que votou a favor do aumento do IPTU na cidade, contrario à deliberação do partido, que depois de ouvir a opinião pública, decidiu aplicar os princípios da democracia direta, bandeira prioritária do partido nacionalmente.

O aumento do valor cobrado na terceira maior cidade do sul do país foi um tema extremamente polêmico e que mobilizou toda a sociedade londrinense, majoritariamente contraria ao aumento do imposto.
O presidente do partido no município, Márcio Stamm, e o vice presidente estadual do PODEMOS, ex prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff, atuam em perfeita consonância com aquilo que o pré candidato a presidência do partido, Alvaro Dias, prega e pratica. Ouvir a população para tomar as decisões, trabalhar para a redução dos impostos (ou contrário ao aumento dos impostos), e cobrar com rigor essa postura dos mandatários de cargos públicos que estão filiados ao partido.
Na linha de tolerância zero com a corrupção, o PODEMOS firmou-se como o primeito partido brasileiro a expulsar, sumariamente, 2 vereadores e 1 prefeito filiados ao partido por envolvimento com esquemas de corrupção.
Na foto, em sentido horário, Alexandre Kireeff, ex prefeito e Vice Presidente do PODEMOS do Paraná, Márcio Stamm, presidente do PODEMOS de Londrina, e Bruno Veronesi, Tesoureiro do PODEMOS de Londrina.
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Projetos que combatem a corrupção e a impunidade estão parados no Congresso

O Congresso Nacional Brasileiro definitivamente não corresponde às expectativas dos brasileiros ao manter nas gavetas projetos de lei diretamente ligados ao combate à corrupção e à impunidade. Diversas propostas que poderiam mudar o Brasil, e que certamente teriam o apoio da opinião pública, dormem nas gavetas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal há anos. No pronunciamento desta quinta-feira (03/11), o Senador Alvaro Dias exemplifica alguns projetos de sua autoria e que contribuiriam para o combate à corrupção e a impunidade. #ADComunicação

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Al Capone e Refis – Sugestão de leitura

“Não entendo por que certas pessoas enveredam pelo crime, se existem mil maneiras legais de ser desonesto”. No apogeu da sua vida criminosa nos EUA, era o conselho dado pelo “gangster” Al Capone. Terminou sendo condenado pelo FBI por sonegação fiscal e não pelas centenas de crimes violentos que cometera. Se vivesse no Brasil, jamais seria condenado. Esperaria que o governo de plantão lançasse um Programa de Regularização Tributária, popularmente conhecido como Refis. Nas últimas duas décadas foram lançados 25 Refis destinados a refinanciamento de dívidas com a União. No governo FHC, em 2000, foi o primeiro. No governo Lula da Silva, foram aprovados 10 e no governo Dilma Rousseff, foram 13. A inflação dos programas de regulamentação tributária afeta mortalmente as receitas públicas.“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

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O brasileiro Waldir Pires – Sugestão de Leitura

Nesse tempo de mediocridades triunfantes, de carência de vocações públicas, reencontrar em Salvador o velho amigo Waldir Pires foi testemunhar uma parte decente da história política brasileira. Aos 91 anos, lúcido e ativo na defesa da democracia, ele sentencia: “A política é a única forma de produzir mudanças na sociedade. O governo democrático não é o governo da vontade pessoal do governante. Não há falta de inteligência nos dias atuais. Há falta de caráter. A civilização não pode ser a corrupção e o caos, a ansiedade e a opressão. A dignidade humana, os direitos existenciais, os valores da liberdade, devem ser o balizamento na sociedade democrática. É o ser humano a medida e o fim da sociedade humana.”“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

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Corporativismo e extrativismo – Sugestão de Leitura

O grande problema brasileiro é a predominância de uma elite inculta e extrativista, disseminada em todo o quadrante da vida nacional. Está presente e determinando rumos na condução do Estado nacional. Na política, na economia, no sindicalismo e até nos chamados movimentos sociais. Não tem interesse e formação, por conveniência, para enxergar as potencialidades de desenvolvimento do País. Enxergam unicamente a árvore dos seus privilégios corporativos. Reformar o estado, modernizando-o, é defendido demagogicamente por quase todos os segmentos da sociedade. Desde que essas reformas não atinjam os seus mais diretos interesses. Assim é na política, na economia e amplos setores sociais.  Não é portando paradoxal que nos últimos anos o poder econômico tenha controlado e financiado os poderes do executivo e legislativo. A captura do Estado pelo poder econômico produziu a crise vivente, onde a grande vítima é o povo brasileiro.“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

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A flecha e polêmicos privilégios – Sugestão de Leitura

A flecha de bambu do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no “prêmio” delacional dado aos irmãos Joesley e Wesley, deveria ser chamado de “Janotesley”. Ele afirmou: “Eles aceitaram negociar tudo menos a imunidade. Se eu não aceitasse, os empresários continuariam na mesma atividade ilícita que sempre tiveram”. Na sua rendição aos irmãos Batista, Janot atingiu um instrumento fundamental no combate à corrupção pública e privada: a colaboração premiada. Os malandros de colarinho branco estariam felizes se ela não existisse no Brasil. Transplantada da legislação anglo-saxônica, introduziu no penalismo nacional uma visão moderna para punir corruptos e corruptores. Há três anos, em Curitiba, a Lava Jato, com indiscutível competência realiza trabalho histórico. A colaboração premiada vem sendo instrumento essencial para investigar o desvio de recursos públicos na estrutura do Estado.“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

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Nióbio: liderança mundial – Sugestão de Leitura

O nióbio pode entrar no radar político das futuras eleições presidenciais. O Brasil lidera a produção mundial. Fato desconhecido dos brasileiros e ignorado pelos analistas econômicos. Ocupa o terceiro lugar, atrás somente do minério de ferro e do ouro, na pauta das exportações de minérios. Por ser o mais leve dos metais refratários na siderurgia, nas indústrias automobilísticas, aeroespacial, bélica e nuclear, é considerado estratégico. É usado nos tomógrafos de ressonância magnética, lentes óticas, bens eletrônicos, lâmpadas de alta intensidade e outros supercondutores, a exemplo da propulsão de foguetes. Existe em vários países, mas 94,4% das reservas conhecidas no mundo está no Brasil, calculada em 842.000.000 toneladas. A produção brasileira é responsável por 90% da comercialização mundial. O senador Alvaro Dias tem uma visão objetiva sobre a sua importância para o desenvolvimento nacional.“Leia o artigo de Edson Gradia na íntegra clicando aqui”

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2018: Constituição e populismo – Sugestão de Leitura

Na promulgação do texto constitucional, nascido na Assembléia Nacional Constituinte, o saudoso Ulysses Guimarães anunciava a “Constituição Cidadã.” Não começava no seu capítulo I, pelo Estado, mas pela importância constitucional dos direitos humanos. Soberania, cidadania, dignidade da pessoa humana, valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, além do pluralismo político é sua base introdutória. Político com P (maiúsculo), possuidor de sólida formação jurídica, o advogado paranaense, Osvaldo Macedo, foi ativo parlamentar na elaboração da Constituição. Em encontro recente, ele destacava que deve ser missão da sociedade e dos brasileiros conscientes a defesa intransigente pelos momentos dramáticos em que estamos vivendo. A redemocratização de três décadas vem enfrentando solavancos autoritários originários dos tempos do regime militar. Ela é uma pedra no caminho dos aventureiros institucionais.“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

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STF, PGR e “pós-verdade” – Sugestão de Leitura

“A República investigada e a metralhadora de Joesley” era a manchete de importante jornal brasileiro. Em Salvador, o advogado Antonio Pessoa Cardoso, diante da “declaração premiada” de Joesley Batista, foi certeiro: “Não se pode aceitar como delator, criminosos confessos que obtém a permissão de autoridades para esmiuçar a vida de seus semelhantes e “fabricar” provas com gravações e outras artimanhas com o fito exclusivo de livrar-se de processos e da cadeia. A prova preparada com o objetivo de obter o perdão não condiz com o sistema da delação. A sensação de tornar-se herói no mar de lama que vivemos permite o uso de todos os recursos”. “Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

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STF, PGR e “pós-verdade” – Sugestão de Leitura

“A República investigada e a metralhadora de Joesley” era a manchete de importante jornal brasileiro. Em Salvador, o advogado Antonio Pessoa Cardoso, diante da “declaração premiada” de Joesley Batista, foi certeiro: “Não se pode aceitar como delator, criminosos confessos que obtém a permissão de autoridades para esmiuçar a vida de seus semelhantes e “fabricar” provas com gravações e outras artimanhas com o fito exclusivo de livrar-se de processos e da cadeia. A prova preparada com o objetivo de obter o perdão não condiz com o sistema da delação. A sensação de tornar-se herói no mar de lama que vivemos permite o uso de todos os recursos”. “Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”