Educação e o futuro – Sugestão de Leitura

A educação de qualidade é o fator determinante para o crescimento da economia e, por consequência, do desenvolvimento. Sua ausência determina baixíssima qualificação da mão de obra resultando na baixa produtividade. Educação e economia estão integradas na ordem direta de um país responsável que almeje pela elevação da renda à inclusão social. Sem priorizar a educação torna-se impossível a construção de uma nação desenvolvida. Buscar um padrão educacional moderno a exemplo de países como a Finlândia, Coréia do Sul, Japão e vários outros que construíram modelos educacionais que mudaram a realidade do seu povo deve ser o grande objetivo de um Ministro da Educação comprometido com a modernização.“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

Novos governadores e insolvência – Sugestão de leitura

Ao ignorar o limite prudencial de 54% para as despesas de pessoal, os Estados brasileiros geraram a falta de liquidez determinativa do crescimento da dívida pública, bloqueando investimentos e atingindo a população na prestação de serviços públicos. Os novos governadores terão de enfrentar a crise fiscal, buscando urgência no ajuste das contas públicas. Postergar essa questão levará à insolvência muitas unidades federativas. É gravíssima a situação fiscal na maioria dos Estados Os governadores que assumirão o poder herdarão a falta de prudência das administrações passadas, elevação de despesas sem a contrapartida na capacidade de arrecadação.“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

Soberania e relações exteriores – Sugestão de Leitura

Nas relações internacionais a diplomacia exerce papel fundamental na construção e consolidação da visão que o mundo tem sobre o país. O livro “A diplomacia na construção do Brasil”: 1750-2016”, do embaixador Rubens Ricupero, é leitura fascinante. Revela 266 anos (desde os tempos coloniais) da luta dos brasileiros para integrar o país com o mundo. Enfatiza, deste o tempo de colônia portuguesa até a contemporaneidade, o objetivo brasileiro de ter presença na comunidade internacional.  “Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

Desafios do novo governo – Sugestão de Leitura

No jogo democrático ganha a eleição quem faz mais votos. Na democracia, a manifestação popular deve ser respeitada e acatada mesmo pelos que não gostem do resultado. Nas sociedades civilizadas os descontentes tem a responsabilidade de aguardar as próximas eleições. Os brasileiros se manifestaram contra a corrupção e pela renovação política. Muitos detentores de mandatos no executivo e no legislativo achavam-se ungidos e herdeiros hereditários. Muitos foram aposentados compulsoriamente pelas urnas. Outros, em menor número, sobreviveram nas províncias menos desenvolvidas.“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

STF e tsunami eleitoral – Sugestão de Leitura

O Brasil viverá tempos tempestuosos, independente de quem seja vencedor no 2º turno. O recado do eleitorado foi direto e objetivo contra os políticos tradicionais. Dinamitou o sistema partidário gerador de agremiações artificiais, cuja finalidade sempre foi manter as oligarquias intocáveis nos seus privilégios. A profissionalização da política, após a redemocratização, foi fator determinante pelo predomínio de um conservadorismo insensível às demandas e carências sociais. Ante essa realidade, paralelamente a corrupção sistêmica ganhou força como elemento integrante das políticas de Estado, tão bem retratado na “Operação Lava Jato”. O brasileiro anônimo resolveu mandar um recado direto para os tutores da política nacional. Não fosse os R$ 1,8 bilhão do Fundo Eleitoral, a renovação seria maior.“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

Efeito Manada

07 outubro de 2018,

Data comemorada por muitos como uma possível data marcante para o Brasil, dando indícios que Jair Bolsonaro será o futuro presidente do Brasil.  Devemos comemorar, sair em passeata, em carros e em multidões, saudando Jair Bolsonaro “O Mito……”?

Político este que participa dos palanques políticos brasileiros e da bancada de deputados a quase três décadas, tendo em todo esse período aprovado somente dois projetos – será esse o político ideal para governar nosso país? País esse passando pela maior crise econômica-financeira de sua história?

Definitivamente não! Pessoa com ideias limitadas e muitas vezes incoerentes, sem qualquer preparo político, sem preparo emocional, intelectual e conhecimento explicitamente e assumidamente limitado.

O que estamos comemorando? Qual o motivo de tantos fogos de artifícios e tantos gritos de alegria?

O único motivo de alegria é do afastamento temporário de um controle pelo PT. Temporário e não consistente. Deveríamos estar felizes, alegres e com certeza comemorando caso estivéssemos escolhido o melhor.

Ninguém, com certeza, pode dizer que não tínhamos opção. Nessas eleições tínhamos muitos candidatos. Muitos deles muito bem preparados. Entre eles podemos identificar Geraldo Alckmin, político muito bem instruído e com conhecimento exemplar, com experiência administrativa, o qual talvez o maior demérito seria a aliança político-partidária manchada pelo passado. Outro exemplo, o candidato Amoedo, o qual segundo muitos uma pessoa com potencial de gestão aprimorado, e por fim o Alvaro Dias.

Alvaro Dias …. este sim o candidato ideal, com uma vida de devoção ao povo brasileiro. Literalmente uma vida doada ao Brasil e com certeza o político mais injustiçado do nosso país.

Um político que tem como princípio a honestidade desde o seu início. No período de governador do Paraná combateu contratos abusivos; no período do PSDB foi favorável a instalação da CPI contra o governo do Fernando Henrique, sendo expulso do partido por contrariar os princípios do próprio partido; no período de senador considerado político de maior oposição ao governo corrupto do PT.

Corrupção …. esta palavra é com certeza o maior legado e princípio pelo qual Alvaro Dias sempre lutou, a bandeira pela qual sempre levou a frente do peito. Político esse que se tivéssemos um mínimo de cultura, conhecimento político ou coerência, teríamos que levantar no colo, acima dos ombros e o defender até a última gota de sangue, por que, na verdade é desse tipo de pessoa que precisamos.

No entanto, fica claro o desconhecimento da população brasileira. Fico triste pela população de baixa renda e sofrida que precisa do bolsa-família, ou qualquer ajuda para sobreviver? Não … com certeza não!! Fico estarrecido com a grande elite brasileira, intitulada como a formadora de opinião que vende ideias, sem ao menos estudar sobre política.

A cultura brasileira não está fundamentada em leitura e sim na conversa de esquina, de rua, de fundo de quintal e até mesmo do bar. Em que uma simples menção sem qualquer fundamento é considerada a maior verdade sem qualquer documentação ou registro. E em que a maioria dos “estudados políticos” se fundamenta para propagar sua opinião.

No entanto, isso é cultural, desde as bases de ensinamento no colégio e faculdade, como esperar uma atitude diferente do nosso povo? As mudanças não caem do céu. Espero que, com o incentivo ao ensino, algum dia, nós possamos votar no melhor; e não nos contentar pela situação. Por que assim seremos fortes e não estaríamos sem sustentação como estamos, com medo de a qualquer momento um grupo corrupto e populista voltar ao poder.

Como disse, as mudanças não caem do céu… como em um sistema distorcido, com tempos de televisão discrepantes, com cobertura política diária diferenciada, com entrevistas em canais de televisão somente para candidato “A” ou “B”, uma pessoa mais desconhecida pode se sobressair? Somos meras plumas tocadas ao vento por um sistema pré-estabelecido.

Devemos comemorar??? Ou devemos lutar como peixes migrando contra a força de uma rede de pesca?  Devemos ficar satisfeitos e com a consciência leve?

Que bom seria…. mas não! Temos que ficar envergonhados por tentar sempre o caminho mais fácil, mais curto, mesmo que este não nos leve ao melhor lugar.

Paulo Henrique

Urologista-Maringá/PR

A cumplicidade eleitoral – Sugestão de Leitura

O Brasil tem um encontro marcado com o seu destino e o seu futuro. O governo federal a ser eleito está diante de dois cenários. Se for comprometido com reformas estruturais inadiáveis, teremos a retomada do desenvolvimento. Se optar pela anti-reforma terá o crescimento travado com consequências nefastas. Sendo reformista haverá previsibilidade para a retomada do desenvolvimento, queda dos juros, o dólar sairá da faixa especulativa, gerando novos empregos para os milhões de desempregados. Se a opção for pela anti-reforma, os juros aumentarão, o dólar terá forte elevação e o desemprego aumentará. Viveremos realidade econômica e social dramática. Sem reformas na estrutura do Estado, será impossível a retomada de crescimento sustentável com equidade social.“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

Eleição, intolerância e corrupção – Sugestão de Leitura

A pedagogia da intolerância se expande no Brasil com incrível velocidade. Nas relações políticas, pessoais e até em setores econômicos, em que a racionalidade deveria prevalecer. O oponente foi transformado no inimigo que precisa ser abatido.  Ignora que o oponente tem o mesmo direito e liberdade de pensar diferente. Essa é a essência do viver democrático. Na sua origem está um tempo recente no qual a sociedade foi catalogada em tempo binário: ou é amigo ou é inimigo. Gerando um radicalismo irracional, em uma sociedade que nos últimos 30 anos vem buscando consolidar o Estado de Direito Democrático.“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

Equívoco supremo do ministro – Sugestão de Leitura

A sociedade brasileira, parodiando o imortal romance de Dostoiévski, “Humilhados e Ofendidos”, vive um momento de recorrentes humilhações. E os grandes responsáveis são os integrantes dos poderes constituídos. A degradação de valores e interpretações equivocadas da realidade vem gerando situação de muitos patrícios acreditarem que chegamos ao limite de uma sociedade em que não deva prevalecer os valores civilizatórios. A irresponsabilidade vem se expandindo com velocidade incomum. A inteligência está sendo subestimada por ações desastradas dos integrantes dos poderes constitucionais.“Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”

Reformismo ou populismo – Sugestão de Leitura

Quem imagina que as ideologias tenham presença ativa na realidade política brasileira, incorre em grande equívoco. Não existem, nas concepções ideológicas à direita ou à esquerda, convicções doutrinárias sólidas no eleitorado que sustente o bifrontismo de pensamento que grande parte da mídia interpreta e divulga. Igualmente outros setores que se acham porta vozes das opções políticas da sociedade. Somos uma sociedade marcantemente conservadora, em que o passado está presente e ignora-se o futuro, aliada à desinformação gigantesca sobre os verdadeiros problemas que nocauteiam o desenvolvimento nacional.  Agravando a situação de uma sociedade desigual e injusta com a maioria da sua população. “Leia o artigo de Hélio Duque na integra clicando aqui”