Universitários conversam com Alvaro Dias sobre propostas de campanha

Um grupo de alunos de economia da Universidade de Brasília (UnB) esteve no gabinete do senador Alvaro Dias, nesta terça-feira (3/7), para conhecer as propostas do candidato à presidência da República nas áreas de educação e segurança.

O estudante Bruno Gomides, por exemplo, falou sobre a crise nas universidades, destacando que só a UnB tem hoje um déficit de custeio de R$ 92,3 milhões. Ele perguntou ao senador como ele lidaria com essa situação dentro da meta de refundar a República.

Alvaro Dias disse a Bruno e aos outros alunos que é preciso aumentar os mecanismos de fiscalização e controle nas universidades, e incentivar a pesquisa, já que os “centros de excelência” foram preteridos pelos últimos governos.

O senador lembrou que, como governador do Paraná, decretou a gratuidade nas universidades, e promoveu um salto de qualidade no ensino do Estado. Os universitários também falaram sobre as preocupações com a violência, e com o alto consumo de drogas. Alvaro Dias destacou que, se eleito presidente, vai criar uma Frente Latino-Americana de combate à produção e ao tráfico de drogas.

Em defesa da educação infantil

A representante do UNICEF Brasil, Florence Bauer, esteve, nesta terça(3/7), no gabinete do senador Alvaro Dias para entregar propostas que garantam o desenvolvimento infantil e o acesso escolar de crianças e adolescentes. Como Alvaro Dias já anunciou que uma das suas prioridades é a educação infantil, os representantes querem formalizar o apoio do candidato à presidência da República às plataformas do Fundo das Nações Unidas para a Infância.

Alvaro Dias há mais de cinco anos tenta quebrar a caixa-preta da Lei Rouanet

Recentemente, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado rejeitou a continuidade da tramitação de uma sugestão legislativa apresentada por um cidadão, que pedia a revogação da Lei Rouanet. A sugestão, protocolada por Marcelo Faria, de São Paulo, recebeu o apoio de mais de 20 mil pessoas, requisito para ser encaminhada à análise dos senadores da CDH. Entretanto, a maioria dos membros comissão mandou a proposta para o arquivo.

O autor da sugestão legislativa argumentou, ao apresentar sua proposta, que o dinheiro destinado para projetos escolhidos pelo governo deveria “estar no bolso dos trabalhadores”. O senador Alvaro Dias também vem sendo um forte crítico dos exageros cometidos pelo Ministério da Cultura na concessão dos benefícios desta lei, e também da falta de transparência na apresentação de informações sobre os projetos atendidos pelo governo. Para dar maior transparência a essas informações, o senador Alvaro Dias apresentou projeto que obriga a publicação na internet de dados sobre os projetos culturais que captaram recursos por meio da Lei Rouanet, e que não foram objeto de avaliação final pelo Ministério da Cultura.

O projeto do senador, que já foi aprovado no Senado e em duas comissões da Câmara, torna obrigatória a publicação da relação completa de todos os projetos concluídos sem a avaliação final do Ministério da Cultura, assim como os pendentes de prestação de contas.

“Há muito desperdício e privilégio na execução da Lei Rouanet. Com a aprovação do meu projeto, haverá a obrigatoriedade de publicação de todos os atos no Diário Oficial e no site do Ministério: os convênios, a análise da prestação de contas, entre outros. As informações vão constituir um portal da transparência na área de incentivo à cultura. Portanto, desta forma, a sociedade poderá exercer uma fiscalização mais eficiente sobre os recursos de projetos culturais que recebem renúncia fiscal”, afirmou o senador Alvaro Dias.

De acordo com depoimento dado no ano passado pelo então ministro da Cultura, Marcelo Calero, havia na sua pasta um estoque de 20.654 projetos pendentes de prestação de contas e auditorias. A sociedade, portanto, não tem qualquer informação sobre que projetos são esses, quanto foi liberado pelo Ministério, e se os objetivos foram alcançados.

O projeto de Alvaro Dias aguarda ser avaliado e votado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

Alvaro Dias defende Zona Franca de Manaus, mas ataca renúncias fiscais da União

Em visita à Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM), o pré-candidato à presidência da República pelo Podemos, o senador Alvaro Dias, defendeu o combate à política de renúncia fiscal estabelecida pelo governo federal. Para o parlamentar, os municípios perdem na arrecadação tributária e, sobretudo, não há transferência em benefícios para a população.

“No ano passado, tivemos uma renúncia fiscal de R$354 bilhões, equivalente a 30% da receita líquida do governo. Essa é a renúncia fiscal que deve se combater, e não a Zona Franca de Manaus. Aquela renúncia não encontra simulação de transferência para os brasileiros, beneficiando setores localizados em prejuízo dos cofres municipais, que são pilhados com essa política de desoneração”, declarou o senador durante entrevista à imprensa.

Reportagem do Portal A Crítica mostrou que, anualmente, a Zona Franca de Manaus causa uma renúncia de R$ 26 bilhões, ao passo que a renúncia causada pela própria União ultrapassa R$ 282 bilhões, segundo o estudo do economista Samuel Hanan. Além disso, cabe ressaltar que a “renúncia” causada pelo Amazonas é apenas aparente, uma vez que a ZFM gera 41% da arrecadação federal na Região Norte, segundo dados da Receita Federal.

Alvaro Dias avalia que somente a reforma tributária será a mola propulsora do crescimento econômico do País. “Reforma inteligente, simplificando o modelo e reduzindo a pesada carga tributária. O governo vai arrecadar mais e a população pagar menos impostos. Assim, promove o desenvolvimento e a geração de emprego”, disse o senador, acrescentando que a isenção pode abranger medicamentos e itens da cesta básica.

Indagado em relação a qual partido o Podemos não estaria disposto a realizar alianças, o senador afirmou que as siglas PT, PSDB e MDB não integram o arco de alianças nas eleições deste ano. “São grandes partidos que ficam distantes e, aliás, são os mais rejeitados atualmente, mas conversamos com partidos, cerca de cinco ou seis, que estão dispostos a uma aglutinação em torno de uma candidatura”, adiantou.

Fonte: Jornal A Crítica

Alvaro Dias fala a empresários na Amcham-Brasil

O presidenciável Alvaro Dias (Pode-PR) participou, esta segunda-feira (18/06), do evento “Seu País, Sua Decisão” na sede da Câmara Americana de Comércio (Amcham-Brasil), em São Paulo, que reuniu uma plateia de executivos de multinacionais e presidentes associados da entidade. Ao longo de mais de uma hora, o líder do Podemos no Senado Federal apresentou propostas para o Brasil e do seu projeto de refundação da República, além de responder a perguntas de participantes do evento.

Dias ressaltou a importância de se realizar diversas reformas, como tributária, trabalhista, da Previdência e do Estado. “A refundação da República passa por um novo comportamento em relação ao Estado democrático de Direito, com a substituição do atual sistema, que é corrupto e ineficiente”, afirmou. Para o senador, a máquina estatal “se tornou pesada e cara”. “Esta máquina faliu. Tem que ser substituída por uma mais enxuta, econômica, inteligente, eficaz e capaz de oferecer respostas às demandas sociais”, pontuou Dias.

A Amcham-Brasil reúne 5 mil empresas associadas, sendo 85% delas de origem nacional. Aos participantes, o presidenciável condenou as dificuldades pelas quais vêm passando o setor privado. “Atualmente é difícil importar e exportar. Leva-se 11 anos para registrar uma patente. Leva-se 8 anos para registrar um defensivo agrícola. É preciso valorizar o empreendedorismo. A melhor forma de combater a pobreza, é valorizar quem produz”, disse.

Uma das principais medidas defendidas por Dias é a redução da carga tributária. Ele lembrou que, quando foi governador do Paraná (1987-1991), o estado enfrentou um quadro de sonegação no setor de carne. A solução encontrada foi reduzir a tributação, o que levou a um aumento de 300% na receita.

“É fundamental cobrar menos no consumo e mais na renda. Precisamos simplificar o modelo tributário. Há décadas se fala na reforma tributária, que não acontece. Falta visão estratégica. Ainda que em um primeiro momento haja perda, a médio e a longo prazo teremos aumento na receita. Acredito na reforma tributária e certamente a faremos”, acentuou.

Alvaro Dias também defendeu o restabelecimento de parcerias entre setores público e privado e a recuperação da capacidade de investimento do Estado. “Sem credibilidade, o país não atrai investimentos. Precisamos utilizar o BNDES para alavancar o crescimento econômico do país e desenvolver uma política de crédito que seja direcionada para o setor de infraestrutura”.

Para o presidenciável, as propostas de mudança devem ser colocadas em prática nos primeiros 100 dias de governo. “Estas são tarefas para o início da gestão, quando o governo estará sob os efeitos da elevada credibilidade, ao se tornar vitorioso numa eleição presidencial”, explicou o senador. “O país vive um momento de descrença, mas temos que ressuscitar as esperanças. Esta é nossa missão”.

Dias: corrupção e exploração de hoje é o mesmo cenário que levou Tiradentes à revolta

O senador Alvaro Dias (PR), candidato a presidente da República pelo partido Podemos, defendeu o fim de privilégios para autoridades – como a extinção total do foro privilegiado – e criticou a forma como Temer dirige o país nas questões fiscais. As declarações foram dadas durante o 9º Conexão Empresarial, em Tiradentes, na região Central do Estado, na manhã de sexta-feira (15).

Para o ex-governador do Paraná, há uma ligação entre Tiradentes, líder da Inconfidência Mineira, e o momento atual do país por conta da corrupção e dos altos impostos que estão sendo cobrados hoje. “Isso é um exemplo do que ocorria quando Coroa Portuguesa exorbitava na cobrança e obrigou Tiradentes a liderar aquele movimento de revolta. Hoje, estamos vivendo o mesmo cenário: corrupção e exploração”, disse ele em referência ao “quinto do ouro”, um imposto que a Coroa cobrava dos mineradores e correspondia a 20% do total do ouro extraído.

Dias condenou o sistema de “conluio partidário” e analisou que foi isso que provocou o descrédito dos partidos e políticos investigados pela Lava Jato. “Os governantes deveriam pedir perdão ao povo brasileiro pelo fracasso rotundo que levou à miséria milhões de pessoas”, disparou.

O senador avaliou o quadro econômico do Brasil como dramático, porque “uma minoria assalta o poder e explora o esforço coletivo de trabalhadores e empresários para preservar seus privilégios”. Para ele, a mudança desse quadro passa pela refundação da República, sua principal bandeira, e diz que isso só é possível com uma mudança no “andar de cima”.

Alvaro Dias revelou que discute alianças com sete partidos, entre eles DEM, PRB, PP, PR, e PSC. Ele ressaltou que só vai coligar com as que estiverem dispostas a “refundar a República”.

Fonte: Hora do Povo

 

Em Tiradentes, Alvaro Dias defende o fim dos privilégios e uma reforma tributária ampla

O senador Alvaro Dias foi um dos principais convidados do evento Conexão Empresarial, que em sua nona edição, aconteceu neste ano na cidade mineira de Tiradentes, na última sexta-feira (15). Falando a mais de 500 convidados, Alvaro Dias, candidato a presidente pelo Podemos, defendeu o fim de privilégios para autoridades (com a extinção, por exemplo, do foro privilegiado), e criticou a forma como o presidente Michel Temer dirige o país nas questões fiscais.

No seu pronunciamento, Alvaro Dias afirmou que há uma ligação entre Tiradentes, líder da Inconfidência Mineira, e o momento atual do país por conta da corrupção e dos altos impostos que estão sendo cobrados hoje. “Isso é um exemplo do que ocorria quando Coroa Portuguesa exorbitava na cobrança e obrigou Tiradentes a liderar aquele movimento de revolta. Hoje, estamos vivendo o mesmo cenário: corrupção e exploração”, disse o senador em referência ao “quinto do ouro”, um imposto que a Coroa cobrava dos mineradores e correspondia a 20% do total do ouro extraído.

Alvaro Dias também condenou o sistema de “conluio partidário” e analisou que foi isso que provocou o descrédito dos partidos e políticos investigados pela Lava Jato. “Os governantes deveriam pedir perdão ao povo brasileiro pelo fracasso rotundo que levou à miséria milhões de pessoas”, disparou.

O senador avaliou ainda o quadro econômico do Brasil como dramático, porque “uma minoria assalta o poder e explora o esforço coletivo de trabalhadores e empresários para preservar seus privilégios”. Para ele, a mudança desse quadro passa pela refundação da República, sua principal bandeira, e diz que isso só é possível com uma mudança no “andar de cima”.

Legendas

O pré-candidato à Presidência da República também afirmou que o Brasil tornou-se “uma fábrica de siglas alimentada pelo fundo partidário”. Ele defendeu que o número de partidos representados com mandatos eletivos seja reduzido.

“Não é extinguir partidos, mas sim orientar no sentido de que normas impostas obrigue eles a obterem um percentual de votos que os autorizem a representar a sociedade. Então, nós imaginamos entre 4% e 5% de votos nacionais distribuídos em, pelo menos, nove Estados para que o partido se credencie a representar a sociedade. Isso vai reduzir o número de partidos no Congresso”, declarou.

Com uma candidatura de centro, Alvaro Dias afirmou que existe um esforço, especialmente de alguns líderes políticos, com o intuito de diminuir o número de candidatos dessa linha política.

“O nosso sistema fracassou pelo conluio partidário, esse presidencialismo de coalização. É o fracasso dos governos. Aliás, os governantes brasileiros deveriam pedir perdão aos brasileiros pelo fracasso rotundo que levou à miséria milhões de brasileiros. O principal desafio é derrotar o descrédito da população (com políticos)”, afirmou.

O senador ainda defendeu a redução da carga tributária e o corte de privilégios de autoridades.

Alunos pedem a Alvaro Dias para priorizar proteção a animais

Alunos do nono ano da Escola Classe de Sobradinho (DF) estiveram, nesta terça-feira (12/6), no gabinete do senador Alvaro Dias para conversar sobre política e também defender a causa da proteção dos animais.

Alvaro Dias é autor do projeto (PLS 45/2014) que proíbe o uso de animais em pesquisas cosméticas: “Essa é uma causa fundamental, apoiada pela maioria dos brasileiros. Os animais não podem continuar sendo cobaias da ciência”, disse.

A professora Antoniona Ottoni, responsável pelos alunos, agradeceu o empenho do senador: “Obrigada por abrir as portas do seu gabinete para discutir uma causa tão importante, da qual o senhor é nosso parceirão”.

Para os estudantes, Alvaro Dias defendeu ainda a importância do voto, apesar do desencanto com a política com a crise vivida no País. E lembrou Nelson Mandela para dizer que “é importante discutir o futuro com aqueles que o viverão”.

O deputado Marcondes Gadelha também participou do encontro e defendeu a democracia como única forma de o País andar para frente.

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Voto de Pesar em homenagem a Edília Falchetto

O senador Alvaro Dias ingressou na Mesa Diretora com requerimento de Voto de Pesar, nesta segunda-feira (11), para homenagear a agricultora Edília Sossai Falchetto, que veio a falecer no último dia 1º de junho, na cidade de Bananeiras, no Espírito Santo. Edília, de 89 anos, uma cidadã ítalo-brasileira, como destacou o senador Alvaro Dias, deixou para o povo capixaba um legado exemplar de religiosidade, austeridade, dignidade, bondade, abnegação e honradez.

“A trajetória indelével de Edília Sossai Falchetto, interrompida recentemente por uma embolia pulmonar, transmite às gerações futuras, aos seus descendentes e ao povo capixaba um legado como o que foi deixado por mulheres católicas virtuosas, entre elas Madre Paulina, Madre Teresa de Calcutá, Irmã Dulce, Irmã Dorothy Stang, entre outras, que com obras dignificantes transformaram caridade, desprendimento e simplicidade nos degraus da própria evolução espiritual”, afirmou o senador.

Edília Sossai nasceu em 1929, na cidade de Venda Nova do Imigrante (ES). Ao lado do seu companheiro Benjamin percorreu um itinerário emblemático. Em seu Voto de Pesar, Alvaro Dias afirma que Dona Edília, que deu à luz 15 filhos, escreveu, com sua trajetória, mais um capítulo da história da imigração italiana no Brasil, entre tantos outros que consolidaram a presença desses destemidos trabalhadores vindos daquele país europeu, e de seus descendentes, que souberam honrá-los.

“Essa extraordinária mulher, agricultora competente, ao lado do Senhor Benjamin Falchetto, construiu rústicas moradas no alto das montanhas, impondo o desafio de serem cultivadas. Vivendo com abnegação, trabalho, fé e amor ao próximo, ela ajudou transformar com as próprias mãos aqueles morros isolados e íngremes no maior polo produtor de café do Brasil”, afirmou o senador Alvaro Dias.

O esposo de Dona Edília, Benjamin Falchetto, agricultor, político, historiador e professor, elegeu-se prefeito do município capixaba de Conceição do Castelo. Ela desempenhou a função de primeira dama de 1977 a 1981. De fé praticante, Católica Apostólica Romana, a agricultora Edília filiou-se ao Partido Trabalhista Cristão (PTC) em 19 de maio de 1989, acreditando que a Doutrina Cristã poderia fomentar mais ética e justiça social na elaboração de políticas públicas.

“Como os rios que nascem nos picos das montanhas para alcançarem o oceano, dona Edília desempenhou sua sina como mãe, avó, religiosa, ativista comunitária e defensora ambiental, contribuindo inegavelmente para o desenvolvimento econômico e social de Conceição do Castelo e posteriormente do município de Venda Nova do Imigrante”, concluiu Alvaro Dias na homenagem que fez a Dona Edília.

Alvaro Dias lança pré-candidatura no Paraná em encontro ‘suprapartidário’

Senador do Podemos exaltou a ‘união paranaense’ em torno da sua possível postulação à Presidência e pediu aos jornalistas que o deixassem ‘fora das brigas do Estado’

CURITIBA – O senador Alvaro Dias (Podemos) lançou na manhã desta quinta-feira, 7, sua pré-candidatura à Presidência da República em um tradicional restaurante de Curitiba (PR). Em seu reduto eleitoral, onde chegou a fazer 77% dos votos na última eleição para o Senado, o parlamentar afirmou que busca, no Estado, “uma unidade suprapartidária para ser exemplo para o País”.

“Buscamos a demonstração de que o Paraná supera as divergências em torno de um pacto nacional, com união de todas as pessoas de bem, excluindo aqueles que jogam no time do quanto pior melhor, para a refundação da República”, disse. O evento teve cerca de 3,5 mil pessoas, principalmente por prefeitos, vereadores e lideranças políticas regionais.

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